Vapor de Baixo
Pirapama
Taurus
Servemar
Servemar X
Vapor Bahia
Saveiros
Mercurius
Chata de Noronha
Flórida
Gonçalo Coelho
Marte
Minuano
Galeão de Serrambi
Lupus
Walsa
Vapor 48
Corveta Camaquã
Coverta Ipiranga v17
Do Leão

21m

naufrágio

Vapor de Baixo

O Vapor de Baixo tem sua origem e identidade desconhecidos, sem registros de fontes confiáveis. Os restos de sua estrutura indicam se tratar de um pequeno rebocador, no entanto são necessárias pesquisas mais detalhadas para que haja confirmações. A embarcação encontra-se bastante decomposta, com grande parte de suas estruturas remanescentes enterradas. Não existe mais o casco e os cavernames. O que resta é apenas seu conjunto propulsor.

O Vapor de Baixo é um mergulho fascinante pra quem deseja visualizar o sistema de máquina e estrutura interna de um naufrágio, como as caldeiras, as máquinas a vapor, os cilindros, válvulas de admissão de pressão, parte dos pistões, bielas, e as rodas de propulsão.

  • Latitude:08°03.289’ Sul

  • Longitude:034°47.673’ Oeste

  • Data do Naufrágio:desconhecido

  • Local:Recife (Em frente à Olinda, 5 milhas do Porto de Recife).

  • Profundidade:18/23 metros

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Ano de Fabricação:a partir de 1850

  • Tipo de Embarcação:Vapor de Rodas

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Pirapama

Uma das histórias mais curiosas e míticas dos naufrágios brasileiros é a que envolve o afundamento dos navios Pirapama e o Vapor Bahia. A lenda popular trata a questão como fruto de uma briga entre dois homens pelo amor de uma mulher, envolvendo traição e vingança.

A lenda acusa o Capitão Francisco Raymundo de Carvalho, do Pirapama, de ter jogado propositadamente a embarcação contra o Vapor Bahia, comandado pelo 1 Tenente Aureliano Izacc. Nunca houve provas a esse respeito e é aparentemente improvável que sem rádio e radar, em 1887, no alto mar, um navio pudesse localizar outro com o fim de atingi-lo - ou que nenhum oficial tenha intercedido pra evitar o ato passional.

O fato é que o acidente ocorreu na altura da praia de Ponta de Pedras, norte do estado de Pernambuco, cerca de meia-noite, com o mar calmo e sem nevoeiro. Os dois vapores chocaram-se violentamente, sem que houvesse mudança de rota ou parada de máquinas. Devido aos fortes danos, o Vapor Bahia afundou 10 minutos após o acidente. O Pirapama ainda conseguiu retornar ao porto de Recife, mesmo com muita água no porão de proa. A bordo do Vapor Bahia estavam cerca de 200 pessoas, entre tripulantes e passageiros. Apenas 82 pessoas conseguiram sobreviver, em função do apoio de jangadas e barcaças que se dirigiram ao local e encontraram os náufragos agarrando-se aos restos da embarcação ou nadando desesperadamente. Nos dias seguintes à tragédia, diversos cadáveres começaram a chegar nas praias próximas, como Ponta de Pedra e Carne de Vaca.

Versão narrada pelo Pirapama: “Às 23:45 um vapor mostrava a luz verde que se aproximava a grande velocidade. Logo após e subitamente o navio arribou para terra, sem contudo mostrar a luz encarnada. Quando o vapor ficou muito perto, foi dada a ordem de parar, por o leme ao revés e máquinas toda força atrás. Infelizmente já era tarde. Após o choque e paradas as máquinas, o capitão foi verificar pessoalmente os danos por cerca de 20minutos. O Bahia perguntou quem éramos e seguiu adiante sem pedir ajuda. O Pirapama sofreu deformidades mas navegou a meia força até Recife, arribando às sete da manhã.”

Depois do acidente, o Pirapama foi tirado de serviço, sua recuperação foi considerada inviável e seus principais equipamentos foram retirados da embarcação. Durante dois anos, o Pirapama ficou ancorado no porto de Recife, até a conclusão do desmonte. Em 1889, com apenas o casco e parte do maquinário, o Pirapama foi rebocado por seis milhas e em seguida foi abandonado.

  • Latitude:08°03’23” ” Sul

  • Longitude:034°46’58” Oeste

  • Data do Naufrágio:1889 (Existem controvérsias a cerca dessa informação).

  • Local:Entre Olinda e Recife (6 milhas da costa, no traves da Praia do Canto).

  • Profundidade:19/23 metros

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Ano de Fabricação:1841

  • Tipo de Embarcação:Vapor de Rodas

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

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Taurus

Taurus era um rebocador pequeno, cuja principal característica era a capacidade de manobrar em portos apertados, em função do seu sistema de hélice giratória dentro do ducto. Teve boa atuação em portos como Suape e Recife, mas naufragou durante uma ação na Boca da Barra, permanecendo alguns dias no fundo do mar. Uma operação de resgate o trouxe a superfície, mas ele já estava bastante avariado para voltar às atividades. Após um período parado no porto de Recife, foi desequipado e doado ao projeto de recife artificiais. O Taurus, juntamente com o Saveiros e o Mercúrios, está ligado ao projeto de formação do Parque de Naufrágios Artificiais no litoral do Recife.

Após o afundamento, o Taurus foi imediatamente aberto para mergulhadores, assim como o Saveiros, mas difere do processo do Mercurius – que permaneceu um ano com a visitação restrita apenas para pesquisadores autorizados. A comparação entre os procedimentos permitiu a observação dos diferentes impactos ambientais provocados pelos mergulhadores nos três naufrágios, já que afundaram no mesmo dia. Eles possuem a mesma profundidade e estão apenas a uma milha de distância um do outro. A conclusão é que existe impacto ambiental em mergulhos recreativos constantes.

O Taurus foi doado à AEMPE pela empresa Wilson Sons, assim como os rebocadores Saveiros e Mercuríus. Os afundamentos foram realizados pela Associação das Empresas de Mergulho do estado de Pernambuco (AEMPE), com participação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade de Pernambuco (UPE) e Universidade Federal do Ceará (UFC).

O naufrágio do Taurus está em boas condições e existe uma impressionante camada de algas cobrindo os destroços, assim como a fauna é variada envolta da embarcação.

  • Latitude:08°04.193’ Sul

  • Longitude:034°45.196’ Oeste

  • Data do Naufrágio:03/05/2006

  • Local:Recife (5 milhas da costa, em frente a praia de Boa Viagem).

  • Profundidade:18/25 metros

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Ano de Fabricação:1969

  • Tipo de Embarcação:Rebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

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Servemar

O Servemar faz parte do projeto capitaneado pelo mergulhador Joel Calado, da Projeto Mar, que também organizou os afundamentos das embarcações Servemar X, Minuano e Lupus, com o propósito de gerar recifes artificiais. O Servemar foi afundado a aproximadamente nove quilômetros da praia de Boa Viagem, tornando-se o mais próximo dos 4 rebocadores.

Animais de maior porte, como o tubarão lixa e raias, são encontrados com freqüência no Servemar, além dele estar totalmente povoado por cardumes de pequenos peixes.

  • Latitude08°06.028’ Sul

  • Longitude034°46.793’ Oeste

  • Data do Naufrágio03/06/2004

  • LocalRecife (3,5 milhas da costa, em frente a praia de Boa Viagem).

  • Profundidade18/25 metros

  • NacionalidadeBrasileira

  • Tipo de EmbarcaçãoRebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

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Servemar X

O Servemar X fez parte do projeto de afundamento simultâneo de três rebocadores, capitaneado por Joel Calado do Projeto Mar, com a participação do Corpo de Bombeiros, Ibama e Capitania dos Portos. Junto com o Servemar X, foram naufragados os rebocadores Lúpus e Minuano.

Embora seja um naufrágio intencional, o Servemar X guarda intacta sua estrutura, principais peças, e está apoiado perfeitamente sobre a quilha. Ainda é possível ver o nome no casco da embarcação.

  • Latitude08°07’19” Sul

  • Longitude034°45’46” Oeste

  • Data do Naufrágio03/06/2004

  • LocalRecife (3,5 milhas da costa, em frente a praia de Boa Viagem).

  • Profundidade20/25 metros

  • ano de fabricação1955

  • NacionalidadeBrasileira

  • Tipo de EmbarcaçãoRebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

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Vapor Bahia

Uma das histórias mais curiosas e míticas dos naufrágios brasileiros é a que envolve o afundamento dos navios Pirapama e o Vapor Bahia. A lenda popular trata a questão como fruto de uma briga entre dois homens pelo amor de uma mulher, envolvendo traição e vingança.

A lenda acusa o Capitão Francisco Raymundo de Carvalho, do Pirapama, de ter jogado propositadamente a embarcação contra o Vapor Bahia, comandado pelo 1 Tenente Aureliano Izacc. Nunca houve provas a esse respeito e é aparentemente improvável que sem rádio e radar, em 1887, no alto mar, um navio pudesse localizar outro com o fim de atingi-lo - ou que nenhum oficial tenha intercedido pra evitar o ato passional.

O fato é que o acidente ocorreu na altura da praia de Ponta de Pedras, norte do estado de Pernambuco, cerca de meia-noite, com o mar calmo e sem nevoeiro. Os dois vapores chocaram-se violentamente, sem que houvesse mudança de rota ou parada de máquinas. Devido aos fortes danos, o Vapor Bahia afundou 10 minutos após o acidente. O Pirapama ainda conseguiu retornar ao porto de Recife, mesmo com muita água no porão de proa. A bordo do Vapor Bahia estavam cerca de 200 pessoas, entre tripulantes e passageiros. Apenas 82 pessoas conseguiram sobreviver, em função do apoio de jangadas e barcaças que se dirigiram ao local e encontraram os náufragos agarrando-se aos restos da embarcação ou nadando desesperadamente. Nos dias seguintes à tragédia, diversos cadáveres começaram a chegar nas praias próximas, como Ponta de Pedra e Carne de Vaca.

Versão narrada pelo Vapor Bahia: “às 23h nosso vapor seguia a quarto de força e a 10 milhas da costa, em demanda ao porto de Pernambuco; cuja barra, como é sabido, só pode ser montada ao alvorecer. Às 23:15 vimos no rumo oposto ao nosso um farol de luz branca. Mais tarde, cimos a luz encarnada (vermelha) e depois foi reconhecido ser um vapor. Foi dada a ordem de guinar para estibordo. Pouco depois, estando o outro vapor muito próximo e correndo sobre o Bahia de modo a cortar-lhe a proa, o leme foi todo virado a estibordo para fugir dele. Apesar dos apitos da máquina e gritos que partiam do nosso navio, pouco depois da meia noite ocorreu o abalroamento.”

O Vapor Bahia é um dos mais belos naufrágios do Brasil, com ampla variedade de espécies vivendo no entorno dos seus destroços, como enormes cardumes de xiras, xaréus, lambarús, grandes tartarugas, raias e muitos peixes.

  • Latitude07°34’786 Sul

  • Longitude034°42’152” Oeste

  • Data do Naufrágio25/03/1987

  • LocalPonta de Pedras (12 a 18 milhas da costa em pedra do arraia).

  • Profundidade18/25 metros

  • NacionalidadeBrasileira

  • Ano de Fabricação1969

  • Tipo de EmbarcaçãoRebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

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Saveiros

Assim como o Taurus e o Mercúrius, o Saveiros é um naufrágio do projeto de formação do Parque de Naufrágios Artificiais no litoral de Recife, doados pela companhia Wilson Sons, assim como também esteve presente junto com os outros no reboque do vão central da Ponte Rio-Niterói, na década de 70.

Os afundamentos foram realizados pela Associação das Empresas de Mergulho do estado de Pernambuco, com participação e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade de Pernambuco (UPE) e Universidade Federal do Ceará (UFC). Após cinco meses de avaliação do projeto pelo Ibama, Marinha do Brasil e CPRH, foram concedidas as autorizações necessárias e no dia 03 de maio de 2006 as três embarcações foram afundadas no mar do Recife.

O naufrágio do Saveiros é bastante rico de vida marinha, a fauna de peixes e outros animais é frequente, além de também proporcionar um mergulho de boa penetração e passagem pelos seus compartimentos.

  • Latitude:08°04.517’ Sul

  • Longitude:034°44.327’ Oeste

  • Data do Naufrágio:03/05/2006

  • Local:Recife (8 milhas da costa, em frente a praia de Boa Viagem).

  • Profundidade:18/28 metros

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Tipo de Embarcação:Rebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Mercurius

Junto com o rebocador Saveiros, o Mercurius teve um importante papel no reboque do vão central da Ponte Rio-Niterói, na década de 70, e atuou nos portos do Recife e Suape. Após entrarem em desuso, juntamente com o rebocador Taurus, eles foram doados pela companhia Wilson Sons para o projeto de formação de recife artificiais da cidade do Recife, o Parque de Naufrágios Artificiais.

Inicialmente, o naufrágio ficou afastado das operações de mergulho, para que pesquisadores pudessem avaliar os impactos ambientais gerado pelos mergulhadores, além de acompanhar o processo de colonização e ocupação biológica. Ao liberarem as operações no Mercurius em 2007 e compararem com o Saveiros, pode-se perceber que realmente existe impacto nas ações frequentes de mergulhos.

Os afundamentos foram realizados pela Associação das Empresas de Mergulho do estado de Pernambuco, com participação e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade de Pernambuco (UPE) e Universidade Federal do Ceará (UFC).

  • Latitude:08°04.725 ” Sul

  • Longitude:034°44.022” Oeste

  • Data do Naufrágio:03/05/2006

  • Local:Recife (5 milhas da costa, em frente a praia de Boa Viagem).

  • Profundidade:19/29 metros

  • ano de fabricação:1970

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Tipo de Embarcação:Rebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

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Chata de Noronha

A princípio, não se tem conhecimento da história desse naufrágio, apenas de que era uma embarcação que fazia o transporte de carga entre o porto de Recife e a ilha de Fernando de Noronha. Supõe-se que ele naufragou durante uma tempestade no seu percurso habitual, mas o ano é impreciso, entre 1968 a 1973.

  • Latitude:08°03.289’ Sul

  • Latitude:07°56’969 Sul

  • Longitude:034°43’837 Oeste

  • Data do Naufrágio:Entre 1968 a 1973.

  • Local:Recife (18 milhas do porto de Recife. 16 milhas da praia do Janga)

  • Profundidade:26/34 metros

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Tipo de Embarcação:Chata Guindaste

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

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Flórida

O rebocador Flórida partiu em 1917 de Buenos Aires com destino à Inglaterra, em função da necessidade do Governo Inglês de navios para Primeira Guerra Mundial. A rota previa escala em Fernando de Noronha, mas a embarcação não suportou uma forte tempestade e naufragou. Dos 11 tripulantes apenas cinco sobreviveram.

O naufrágio do Flórida encontra-se pousado corretamente no fundo do oceano e em 2009 constatou-se desaparecimento da sua âncora, tipo almirantado, do local do naufrágio – o que indica furto do patrimônio subaquático.

  • Latitude:08°01.034’ Sul

  • Longitude:034°41.770’ Oeste

  • Data do Naufrágio:28/06/1917

  • Local:Recife (14 milhas do Porto de Recife).

  • Profundidade:30/33 metros

  • Nacionalidade:Inglesa

  • Tipo de Embarcação:Rebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Gonçalo Coelho

Embarcação que serviu ao Governo do Estados Unidos na segunda Guerra Mundial, utilizada originalmente em desembarques de carros de combate em ações nas praias (Landing Ship tank), foi transformado em cargueiro após a Guerra do Vietnã e foi vendida ao Estado Maior das Forças Armadas do Brasil para atender a necessidade de abastecimento da ilha de Fernando de Noronha no início da década de 80.

Durante alguns anos o Gonçalo Coelho prestou esse serviço entre Recife e Fernando de Noronha, até ser desmobilizado e desequipado para ser naufragado artificialmente e servir a um programa de desenvolvimento de pontos de mergulho e formação de Recife Artificial.

Atualmente, o naufrágio oferece uma boa experiência de mergulho, com uma fauna abundante, passagens e compartimentos bem iluminados e de boa penetração.

  • Latitude:08°35’ Sul

  • Longitude:034°54’Oeste

  • Data do Naufrágio:29/12/1999.

  • Local:Serrambi (8 milhas da costa, na altura da praia de Serrambi).

  • Profundidade:16/34 metros

  • Ano de Fabricação:1944

  • estaleiro:Carolina do Sul - USA

  • Tipo de Embarcação:Ferry Boat

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Marte

Em 1997, o Hotel Intermares de Serrambi comprou o rebocador Marte da companhia Wilson Sons para o projeto de criar recifes artificiais e pontos de mergulho na praia de Serrambi. Foram retirados os motores, guinchos, algumas portas e outras estruturas e o rebocador foi naufragado na madrugada do dia 13 de abril de 1998.

Após o naufrágio, o Marte foi acompanhado por uma equipe do Hotel Intermares, o que contribui para o crescimento da fauna em seu entorno. Muitos peixes de grande pprte passaram a colonizar os seus destroços. No entanto, quando o ponto de mergulho foi localizado, alguns caçadores submarinos invadiram o local e mataram os peixes de grande porte.

Foi a partir das operações de mergulho no Marte que a equipe do Hotel Intermares descobriu o naufrágio do Galeão de Serrambi.

  • Latitude:08°01.034’ Sul

  • Longitude:034°41.770’ Oeste

  • Data do Naufrágio:28/06/1917.

  • Local:Recife (14 milhas do Porto de Recife).

  • Profundidade:30/33 metros

  • Nacionalidade:Inglesa

  • Tipo de Embarcação:Rebocador

  • carga:Carvão de Pedra

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Minuano

O Minuano fez parte do projeto de afundamento simultâneo de três rebocadores, capitaneado por Joel Calado do Projeto Mar, com a participação do Corpo de Bombeiros, Ibama e Capitania dos Portos. Junto com o Minuano, foram naufragados os rebocadores Lúpus e Servemar X.

O Minuano guarda intacto a sua estrutura e principais peças, inclusive é possível visualizar o nome no casco da embarcação.

  • Latitude:08°10’6” Sul

  • Longitude:034°44’48” Oeste

  • Data do Naufrágio:18/01/2002.

  • Local:Recife (10 milhas da costa da praia de Boa Viagem, Recife).

  • Profundidade:28/32 metros

  • ano de fabricação:1955

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Tipo de Embarcação:Rebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Galeão de Serrambi

Descoberto acidentalmente pela equipe de mergulho do Hotel Intermares, o Galeão de Serrambi recebeu uma atenção especial de pesquisadores, por acreditarem se tratar dos destroços do Galeão Santa Rosa, que segundo registros era um dos mais valiosos galeões afundados ainda não descobertos. No entanto, ainda não há evidências concretas a esse respeito e o mais provável é que o Galeão de Serrambi se trate de um antigo veleiro de carga.

Atualmente o naufrágio encontra-se bastante desmontado. A partir dasoperações realizadas desenterrar parte dos destroços, o sítio foi muito mexido. De toda forma é um naufrágio muito antigo e valioso historicamente.

  • Latitude:07°56’969 Sul

  • Longitude:034°43’837 Oeste

  • Data dov Naufrágio:1700.

  • Local:Serrambi (18 milhas da costa de Serrambi).

  • Profundidade:33/35 metros

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Tipo de Embarcação:Galeão

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Lupus

O Lúpus fez parte do projeto de afundamento simultâneo de três rebocadores, capitaneado por Joel Calado do Projeto Mar, com a participação do Corpo de Bombeiros, Ibama e Capitania dos Portos. Junto com o Lúpus, foram naufragados os rebocadores Minuano e Servemar X.

O nome da embarcação pode ser lido no casco, na cabine de comando é possível visualizar os restos do leme e painéis elétricos, além de haver uma escotilha com acesso ao porão, embora a visibilidade do porão seja bastante escassa.

  • Latitude:08°09.791’ Sul

  • Longitude:034°42.328’Oeste

  • Data do Naufrágio:18/01/2002.

  • Local:Recife (11,7 milhas da costa da praia de Boa Viagem, Recife).

  • Profundidade:30/36 metros

  • ano de fabricação:1955

  • Nacionalidade:Brasileira

  • carga:Rebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Walsa

Sendo o décimo naufrágio artificial do Parque de Naufrágios Artificiais de Pernambuco, o Walsa é um rebocador semelhante ao Saveiros e Mercurius, afundados em 2006. A diferença dos outros é que foi afundado na faixa dos 40 metros, mas fundo do que os anteriores, para proporcionar mergulhos mais profundos e técnicos.

O naufrágio do Walsa foi uma realização da AEMPE, Associação das Empresas de Mergulho do Estado de Pernambuco, juntamente com a empresa Wilson Sons, e em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco e Universidade Federal Rural de Pernambuco, cujos pesquisadores realizaram o Estudo de Impacto Ambiental. O projeto também teve o apoio da Marinha do Brasil, na análise e autorização do afundamento, e do IBAMA.

  • Latitude:08°07.646’ Sul

  • Longitude:034°41.475’ Oeste

  • Data do Naufrágio:28/05/2009

  • Local:Recife (19milhas da costa, em frente a Recife).

  • Profundidade:31/42 metros

  • ano de fabricação:1968

  • Nacionalidade:Brasileira

  • carga:Rebocador

  • Fonte:site Naufrágios do Brasil

naufrágio

Vapor 48

Assim como o Vapor de Baixo, as fontes referentes as origens do vapor 48 são imprecisas, não sendo conhecido sua real identidade e data de afundamento. O nome Vapor 48 foi dado em função da profundidade, 48 metros. Apesar de ser um dos naufrágios mais ricos do Brasil, sua distância da costa e profundidade o tornam um dos navios menos pesquisados e explorados.

Um dos fatores que tornam o Vapor 48 um naufrágio especial é o conjunto de máquinas único no Brasil, o Diagonal Direct Act Engine, e o fato de que todas as peças estão exatamente no local. Os cilindros diagonais em perfeita forma tornam cada instante do mergulho excepcional e o centro da embarcação a parte mais interessante do navio. A proa está praticamente vazia e parte do casco ainda resiste formando uma canoa.

  • Latitude:08°08.303’ Sul

  • Longitude:034°36.079’ Oeste

  • Data do Naufrágio:desconhecido

  • Local:Recife (Cerca de 40 milhas do Porto de Recife).

  • Profundidade:43/48 metros

  • Tipo de Embarcação:Vapor de Rodas

naufrágio

Corveta Camaquã

Embora chamado de Corveta, o Camaquã era um navio mineiro de Classe Carioca que foi transformado para atuar no arsenal da Marinha, em serviço de comboio, para proteção do litoral brasileiro durante a Segunda Guerra Mundial. Entre as mudanças, foram instalados sonar, estação telegráfica, montagem de morteiros e colocação de calhas para cargas de profundidade.

Apesar da sua função bélica, e do grande número de naufrágios na costa brasileira por ataques de submarinos alemães e italianos nos primeiros anos da Segunda Guerra, a causa do afundamento do Camaquã aparentemente foi falha humana..

  • Latitude:07°50.633’ Sul

  • Longitude:034°29.699’ Oeste

  • Data do Naufrágio:21/07/1944.

  • Local:RECIFE (30 milhas a Leste do porto de Recife, próximo a ilha de

  • Itamaracá.
  • Profundidade:46/55 metros

  • nacionalidade:Brasileira

  • tipo de embarcação:Corveta

  • carga:Material Bélico

  • Tipo de Embarcação:Ferry Boat

naufrágio

Corveta Ipiranga V17

(fernando de noronha)

Em patrulhamento pela costa nordeste do país, a Corveta Ipiranga se chocou uma rocha chamada Cabeça de Zapata, conhecido perigo a navegação em Fernando de Noronha, e demorou cerca de 8 horas para naufragar. A tripulação foi socorrida pelos pescadores da ilha e várias embarcações auxiliaram no descarregamento.

A Corveta Ipiranga V17 tornou-se um dos naufrágios mais famosos do Brasil, seja pela riqueza de sua estrutura original preservada, tendo em seu interior diversos corredores, sala de radio, enfermarias, banheiros, e boa parte dos pertences abandonados pelos tripulantes - seja por estar localizado nas proximidades da ilha de Fernando de Noronha.

  • Latitude:08°03.289’ Sul

  • Latitude:03°51.07” Sul

  • Longitude:032°28.41’ Oeste

  • Data do Naufrágio:Outubro de 1983.

  • Local:Fernando de Noronha (Ponta de Sapata a 20 minutos de navegação do

  • porto).
  • Profundidade:55/60 metros

  • Nacionalidade:Brasileira

  • Tipo de Embarcação:Corveta

  • carga:Material Bélico

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Do Leão

(fernando de noronha)

As informações sobre o naufrágio do Leão ainda são imprecisas, pois não se sabe ao certo de que navio se trata. Acredita-se ser o naufrágio do Vapor Aylestone, afundado em 1929, mas ainda não é possível confirmar.

O naufrágio do Leão está sobre um fundo de pedras e encontra-se bastante desconjuntado. Como os demais naufrágios de Fernando de Noronha, ainda existem muitas peças importantes espalhadas pelos destroços. Os indícios são de que naufrágios desmantelou-se em sua posição de navegação.

CRÉDITOS NAUFRÁGIOS DE PERNAMBUCO

Coordenação e Produção Executiva

Eric Laurence

Fotografias Subaquáticas

Fernando Clark

Textos

Eric Laurence e Manuella Antunes

Fonte Geral de Pesquisa

Site Naufrágios do Brasil

Programação

MOBIC - Comunicação e Marketing

Produção Digital

Eric Laurence

Atendimento MOBIC

Gabriel Soares

Rayssa Maximiano

Planejamento MOBIC

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Design MOBIC

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Desenvolvimento web MOBIC

Valter Carnaúba